Às vezes me pergunto porque faço Jornalismo..
Não obtive respostas concretas
Nem tampouco as quero
Só sei que estou numa busca infundável
Pelo meu eu interior...
Ou seria pelo meu eu ex-terior?
Sabeis, caro leitor que, na verdade,
Não existe a verdade!
Um comentário:
Saudações, Priscila!
Contente estou com o começo da panotipia, e trazes um pouco de linhas espaçadas com a alvura da incerteza.
Um navio naufragado. Estamos pensando como o seu viajante que a vida se acha encerrada num cais de venturosa falta onde a sorte, assim chamada, dá-nos sua liberdade na conformação.
Mas, deixando ao lado, os termos belos ou de enfeite, bem começastes.
Beijos!
Inda inté!
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